Você sabia...

... Que a emissora de TV inglesa BBC vetou a exibição do vídeo "Undercover Of The Night", do Rolling Stones, na época do lançamento, em 1983, por achar o clipe demasiadamente violento?

Tudo pelo fato de Mick Jagger ter sido assassinado por um grupo de terroristas, um deles chamado Keith Richards. Mas, claro, tudo na brincadeira, né! Afinal, não se fazem hologramas com rugas tão perfeitas!

O vídeo está logo abaixo, sem censuras, graças à esta maravilha da comunicação chamada YouTube:

O ano em que o metal foi pop no Brasil

Alguns vão dizer 1972, quando Alice Cooper fez o primeiro show internacional no Brasil. Outros vão falar 1983, quando Van Halen (com David Lee Roth) e Kiss (ainda com as máscaras) deram as caras. Mas o ano em que o metal virou algo pop no Brasil foi em 1985.

Nos Estados Unidos, o que pegava era o Glitter Rock (ou Hair Rock, Glam Rock, Hair Metal, Rock Farofa...), com bandas como Kiss, Mötley Crue, Ratt, Quiet Riot, Twisted Sister e Poison falando de safadezas sem vaselina, com solos de guitarra parecendo abelha nervosa no fundo, além do Bon Jovi, Cinderella, Whitesnake e outros na parte mais "romântica".

Já na Europa, vigorava o "The New Wave Of British Heavy Metal", com Iron Maiden, Def Leppard, Girlschool, Mötorhead, Raven, e Saxon entre os grupos mais marcantes. Aqui no Brasil acontecia o nascimento do Rock, como costumam dizer. Bandas como Ultraje a Rigor, Paralamas do Sucesso, Titãs, Legião Urbana, Camisa de Vênus e Capital Inicial davam seus primeiros passos, enquanto Blitz, Raul Seixas e Rita Lee dominavam o mainstream.

Rock pesado? No undergroud paulista rolava o movimento SP Metal, sem muita expressão, além do punk, com direito a manifesto escrito por Clemente, dos Inocentes e, hoje em dia, da Plebe Rude. Nada cronológico, apenas um panorama.



Eis que surge o Rock In Rio com grupos do calibre de AC/DC, Whitesnake, Scorpions, Iron Maiden e Queen, além do queridinho das donas de casa, Rod Stewart, e do pesadelo das mães, Ozzy Osbourne, entre outros, como James Taylor e Nina Hagen.

E isso foi um prato cheio para a desinformada imprensa brasileira. Que, de tanta falta de informação, deu razão para as muitas lendas que contavam para os inocentes, infestando a cabeça dos jovens tupiniquins de merda, literalmente.

O Kiss já havia sofrido muito quando passou por aqui em 1983. As lendas do extermínio de pintinhos com as enormes botas, da simpatia com o demo e do nome da banda (que seria, na verdade, Kids In Satan Service), sem contar a história da maquiagem copiada do Secos & Molhados, chegou a dar um grande prejuízo à banda em MG, onde apenas 18 mil foram ao Mineirão, cercado por religiosos fazendo propaganda contra.

Ozzy foi a vítima preferida da Vênus Platinada. Por exemplo, em uma das matérias sobre seus shows produzidas pela Globo (que transmitiu quase todos os shows), a ignorância rola solta. E começa assim: na introdução do show, rola o clássico "Carmina Burana", mas a narradora diz que "Tudo começa com uma estranha música". Depois, diz que Ozzy foi "o sacerdote do Heavy Metal", "o primeiro cantor do mundo a tirar da garganta o som das trevas" e, que, "desta vez, não trouxe os famosos morcegos". O vídeo está abaixo e tem 1min24s.



Só que a maior diversão da Globo mesmo foi com os pobres metaleiros desinformados. Veja a matéria abaixo, a primeira de três. O repórter vai descrevendo os metaleiros: "Gente que gosta de rock pesado, e curte um visual agressivo. Prego na luva, caveira no peito, suástica no braço e boca parecendo um vampiro depois do jantar... E como gostam de uivar", mostrando um idiota gritando fino.



Mas a tristeza não acaba por aí. Temos pérolas. A abaixo fala sobre os fãs de Ozzy Osbourne. Meu Deus... O primeiro entrevistado está com um cartaz vermelho com um desenho que o mesmo explica: "Esse é o grande Ozzy Osbourne sendo sacrificado por dois demônios das mais profundezas do inferno". Duro né... Mas calma...

Um iluminado de Jacarepaguá, do Meier ou do Realengo decidiu ser metaleiro por um dia e pintou suas calças homenageando uma pessoa, segundo ele, o "o príncipe do desterro, que é justamente destratado... Porque o invencível sempre segue o mais nervoso... BAFI HOMET, O GRAN DUQUE DO INFERNO". Não seria Bafhomet?



Bem, se passaram apenas 47s da matéria, que tem 2min45. E é nessa hora que rola o fantástico diálogo da jornalista com o seguidor de Bafi Homet:

- Tá, e na hora de pedir ajuda, você busca quem? Satã?
- Busco o Gran Duque do Inferno, Bafi Homet.
- Você vive assim?
- Claro...
- Viva Ozzy Osbourne?
- Claro! (E o povo vibra)

Depois desses 52 segundos clássicos, o resto da matéria tem cenas dos fãs de Rita Lee e do show de Moraes Moreira (que cabelinho...).

Para encerrarmos em grande estilo, uma matéria que fala sobre a noite do metal, com show do Scorpions. Fala a mesma baboseira: metais na roupa, caras pintadas, preto, etc. Mas...

... Sempre tem uma figura. "O Metal é um protesto contra a repressão que o jovem vem sofrendo, principalmente no Brasil", diz um rapaz de meia-idade. Sei.

E grandes pérolas não podem faltar. Como Tancredo Neves foi eleito presidente na época, a jornalista, coitada, seguiu a pauta: "Com a posse de Tancredo Neves, vai melhorar a vida do brasileiro?"

Antes do cara responder, aparece um desalmado e grita: "VENOM!". Fantástico. Assim como o rapaz que diz: "Rock tem que ser bem pesado, balançando a cabeça assim", fazendo o gesto da mesma forma como um débil faz. E, como sempre, os idiotas sempre têm espaço na Globo: "Essa aqui é uma saudação ao demônio, nosso pai".

Só que deixei essa matéria para o final, pois nela estão as duas maiores pérolas já ditas sobre Rock, Deus e o Diabo:

- Diabo é diversão pra gente. É sério, saúde, energia!
- E Deus?
- Bem... Deus é o rock!!!



E, para completar, uma criança de dez ou doze anos solta a frase, em rede nacional, que deixaria qualquer papai roqueiro orgulhoso. "Rock pesado é o rock do futuro, o rock da geração jovem!".

É... Reproduzindo o comentário de um desses vídeos, o Brasil era um lugar muito legal...
Dessa você não sabia...
No fim dos anos 60, quando estava prestes a fundar o Aerosmith com Joe Perry e Tom Hamilton, Steven Tyler liderava um grupo chamado Chain Reaction. E um de seus amigos, Henry Smith, passou a trabalhar com o Yardbirds e, posteriormente, com o Led Zeppelin.

Graças a Smith, o Chain Reaction abriu um show do Yardbirds, mas a cena mais curiosa aconteceu anos depois, na primeira turnê do Led Zeppelin nos Estados Unidos, que passou por Boston, terra onde vivia Steven Tyler, que descreve a cena.

"Chorei duas vezes pelo Led Zeppelin. A primeira foi no meio de "Dazed and Confused". Era foda, o clímax. Led Zeppelin era como um bom sexo, mas tão forte que me fez chorar. A outra vez aconteceu uma hora após o show, quando Jimmy Page saiu do camarim com uma bela mulher. Teria ficado bem impressionado, não fosse essa mulher minha namorada na época, Lynn Collins, com quem eu morava junto. E tive um grande visual das minhas roupas sendo atiradas pela janela na 21st Street".

Hoje em dia, Page e Tyler são bons amigos. Ambos tocaram juntos muitas vezes, como no Rock and Roll Hall of Fame de 1994, onde Tyler e Perry se misturaram a Page, Robert Plant e John Paul Jones para cantar "Bring It On Home", que pode ser vista abaixo.

Discos que valem a pena


The Faces - A Nod Is As Good As A Wink...To a Blind Horse...
Rod Stewart - Every Picture Tells A Story


Em 1971, o Faces, já estava na estrada há um ano, com Rod Stewart nos vocais, Ron Wood na guitarra, Ronnie Lane no baixo, Ian McLagan nos teclados e Kenney Jones na bateria, sendo considerada uma das melhores bandas que já surgiram na história do rock.

O grupo vinha de dois discos: First Step e Long Player, onde alcançou notoriedade com clássicos como "Flying", "Wicked Messenger", "Bad N' Ruin", "Sweet Lady Mary" e "Had Me a Real Good Time".

E, curiosamente, Rod Stewart explodia como artista solo gravando dois grandes discos com os mesmos integrantes do Faces, só que atuando como banda de apoio. Nesse tempo, sua voz rouca emplacava um sucesso atrás do outro, como "Man Of Constant Sorrow", Hanbads & Gladrags", do "The Rod Stewart Album", além de quase todas do consagrado "Gasoline Alley".

A fase não podia ser melhor. Mesmo com quatro discos gravados em dois anos (entre The Faces e Rod Stewart), sucesso e prestígio em todo o Reino Unido, eles queriam mais.


O Faces no palco: sintonia perfeita entre Wood, Stewart e Lane


Do lado do Faces, as composições giravam em torno de Stewart, Wood e Lane. A dupla Stewart/Wood estava tinindo e contribuiu com quatro músicas, entre ela a obra-prima "Stay With Me", balada safada composta a base de muito álcool e groupies.

Só que a primeira faixa do disco, "Miss Judy's Farm", a agitada "Too Bad" e "That's All You Need" não ficaram muito atrás. Todas elas cheias de variações, com diversas batidas diferentes dentro da mesma música - marca registrada e diferencial do Faces.

Já Lane compôs duas sozinho ("Last Orders Please" e a bela "Debris"), uma com McLagan ("You're So Rude") e outra com Stewart e Wood (outra balada, "Love Lives Here"). Ele foi responsável pela parte mais calma do disco.

Para completar, "Memphis, Tennessee", uma cover de Chuck Berry. Uma mistura perfeita entre romantismo e safadeza, que encaixava perfeitamente no estilo de Stewart.

"A Nod Is As Good As A Wink..." foi lançado praticamente em conjunto com o terceiro solo do vocalista "Every Picture Tells A Story Glory", que continha a música de sua carreira, "Maggie May", que relata sobre a relação conturbada de um jovem rapaz uma mulher mais velha, além de "Mandolin Wind", "I'm Losing You", sucesso da Motown, "(Find A) Reason To Believe" - todas baladas - e a agitada faixa-título. Claro, com a participação de Wood, Lane, McLagan e Jones. Outro sucesso absoluto do quinteto, pelo menos na prática.

O Faces estava na crista da onda, em seu auge criativo e musical, estrelando tradicionais programas musicais, como o "Top Of The Pops", enquanto Stewart reinava absoluto nas paradas tanto do Reino Unido quanto dos Estados Unidos.

Só que tudo que é bom dura pouco. Com Stewart se dedicando mais à carreira solo, o Faces não conseguiu manter o nível no disco seguinte, "Ooh La La", que emplacou a faixa-título, "Poor Hall Richard" e "You Can Make Me Dance, Sing or Anything", mas não empolgou.

Não demorou muito para o grupo sucumbiu no inverno europeu de 1975, com a saída de Stewart e a adoção de Wood pelos Rolling Stones, e entrar para a história.
E aqui no Brasil...
...Existem duplas como as estrangeiras? Claro! E grandes duplas. Quando pensamos nesta combinação, não há como questionar: Cazuza e Frejat são os melhores.

Muitos vão dizer: "Tá louco? Marcelo Nova e Raul Seixas são mais!"

Só que Cazuza e Frejat era uma bomba repleta de pólvora e com o pavio curto, que explodia nos palcos. As letras fortes e provocativas de Cazuza combinavam perfeitamente com a mistura de rock e blues que corria nas veias de Roberto Frejat.

Ao vivo, os dois conduziam o show e carregavam o público na mão. O Rock in Rio é a maior prova disso. No dia do show do Barão Vermelho, Tancredo Neves havia sido eleito para Presidente, o primeiro civil em mais de vinte anos. E o hino deste momento histórico teve como trilha sonora a faixa "Pro Dia Nascer Feliz".

Na noite do show, foi de arrepiar. Aliás, arrepia até hoje. Dinheiro nenhum paga a carga emotiva que pairou naquele lugar, com 200 mil pessoas, durante seis, sete minutos. "Por um Brasil novo", exclamou Cazuza, para o público ir ao delírio. Fantástico. Eles são de dar inveja a muita banda por aí.

Marcelo Nova e Raul Seixas são um caso a parte. A admiração de Nova por Raulzito e a correspondência mútua pela parte do conterrâneo gerou uma grande amizade e uma parceria que poderia gerar frutos maravilhosos, caso o Maluco Beleza não tivesse falecido, em 1989.

Os dois gravaram um disco, lançado dois dias após a morte de Raul. "A Panela do Diabo" pode ser considerado um dos melhores discos do rock brasileiro, com músicas que já nasceram clássicas, como "Carpinteiro do Universo".

Quer mais uma? Rita Lee e Roberto de Carvalho. Que se conheceram quando Roberto era do Tutti-Frutti, banda que acompanhava Rita. A química foi instantânea. Os dois se casaram, tocam juntos e lançam discos até hoje. "Papai Me Empresta o Carro", "Lança Perfume", entre outras, emplacaram a dupla durante boa parte dos anos 80. Hoje em dia, com o filho Beto, formam um trio de ferro.

Também temos as duplas cujos integrantes se completam. No Ira, Nasi é o interlocutor perfeito para as letras e o ritmo de Edgard Scandurra. Os irmãos Cavalera também merecem entrar nesta lista. Com eles separados, o som do Sepultura nunca mais foi o mesmo.

Existem também algumas outras, só que não tão marcantes como as citadas acima: Marcelo D2 e B-Negão no duelo de rimas do Planet Hemp, Chorão e Champignon no Charlie Brown Jr. e só, creio eu.

Acredito que estamos bem servidos.
Pares perfeitos
Todo músico de rock sonha em encontrar o parceiro perfeito em uma banda. Calma, mas não leve isso para o outro lado. No emaranhado de guitarras, baixo, voz e bateria, muitas duplas se formaram e fizeram história.

Muitas letras e melodias que ecoam nas cabeças de milhões de pessoas ao redor do mundo foram feitas por duplas dinâmicas. E esses duos, além de comporem muito bem, formavam uma mistura explosiva dentro dos palcos.

Podemos chamá-los de pares perfeitos. Eles só funcionam juntos - separados, sem chance. Muitos grupos afundaram quando houve o rompimento desta aliança. E muitos outros sobreviveram apenas com a presença destes dois integrantes vitais.

O que dizer de John Lennon e Paul McCartney? Até hoje, eles são referências. Ou você nunca ouviu a questão: quem será o próximo Lennon/McCartney? Ou esta, partindo da boca de muitos músicos: nosso objetivo era ser igual a Lennon e McCartney.

Provavelmente, estes dois rapazes de Liverpool escreveram as letras mais famosas do rock and roll. O que dizer de "Love Me Do", "She Loves You", "Help", "A Hard Day's Night" e por aí vai...

Quase ao mesmo tempo, apareceram mais duas duplas que ajudaram a mudar a história do Rock: Robert Plant/Jimmy Page e Mick Jagger/Keith Richards. A voz sensual e extremamente aguda de Plant aliada ao virtuosismo de Page, além da criação de músicas míticas, como "Stairway To Heaven" e "Kashmir".

Por outro lado, Jagger e Richards eram o capeta em pessoa. Aventuras femininas, experiências de outro mundo, bebidas e drogas eram o cardápio desta dupla que até hoje incendeia os estádios do mundo todo. As músicas? "I Can't Get No (Satisfaction)", "Tumbling Dice", "Gimme Shelter" e "Sympathy For The Devil", entre muitas outras servem pra você?

Mas nem sempre duplas dinâmicas são sinônimos de muitas composições, mas a performance explosiva em cima de um palco é algo que existe em praticamente todas. Paul Stanley e Gene Simmons têm apenas uma música notória juntos, "Rock and Roll all Nite", mas quando subiam no palco com o Kiss, não havia para ninguém.

E nem sempre duplas dinâmicas são compostas por amigos. Família também pode. O exemplo máximo disso são Malcolm e Angus Young. Nenhum deles canta, mas a "cozinha" do AC/DC não poderia estar em melhores mãos.

O leque é infinito. Vamos para a ala dos narcóticos. Steven Tyler e Joe Perry eram carne e unha no Aerosmith, até uma linha branca separar os dois. O apelido de "Toxic Twins" fazia jus ao ritmo imprimido por ambos. Tyler, por exemplo, só topou entrar numa clínica de desintoxicação se Perry fosse junto.

Outros dois grandes representantes dos entorpecidos são Axl Rose e Slash, do Guns N´ Roses. Enquanto um era viciado no próprio ego (o que se tornou uma grande droga para o futuro da banda), o outro não vivia sem beber e consumiu quantidades cavalares de heroína.

E duplas que não se batem, como David Gilmour e Roger Waters, ou Ian Gillan e Richie Blackmore? Como você pode ver, existem muitos pares perfeitos no rock. Isso que faltou uma porrada de gente muito boa (e de duplas que foram renovadas na mesma banda, como David Lee Roth e Sammy Hagar com Eddie Van Halen, por exemplo). Quem será a próxima dupla Lennon/McCartney?

Difícil, né... O mais fácil é relacionar as melhores que já existiram.

Então aqui vai a minha seleção, sem ordem definida:

John Lennon/Paul McCartney (Beatles)
Mick Jagger/Keith Richards (Rolling Stones)
Paul Stanley/Gene Simmons (Kiss)
Steven Tyler/Joe Perry (Aerosmith)
David Gilmour/Roger Waters (Pink Floyd)
Axl Rose/Slash (Guns N' Roses)
Rod Stewart/Ron Wood (Faces)
David Lee Roth/Eddie Van Halen (Van Halen)
Bruce Dickinson/Steve Harris (Iron Maiden)
Chris/Rich Robinson (Black Crowes)
Anthony Kiedis/Flea (Red Hot Chili Peppers)
Freddie Mercury/Brian May (Queen)
James Hetfield/Lars Ulrich (Metallica)
Pete Townshend/Roger Daltrey (The Who)
Bono/The Edge (U2)
Malcolm/Angus Young (AC/DC)
Zack de la Rocha/Tom Morello (Rage Against The Machine)
Noel/Liam Gallagher (Oasis)

Essas são as que escrevi sem olhar em nenhum lugar. Portanto, as que mais marcaram (ou marcam) pra mim. E, curiosamente, a mais nova delas tem mais de dez anos (no caso, os irmãos do Oasis, que lembrei depois e coloquei pra fazer média, por serem bocudos e se dizerem melhores que os Beatles).

E pra você?

Em tempo: a foto do Axl Rose com Slash é montagem.
Por onde começar?
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Por aqui vamos viajar no mundo deste estilo que fascina e faz história há quase 60 anos, sempre presente em todas as gerações, não importa qual o ritmo do momento. De Bill Haley, Little Richard até os dias de hoje, com Velvet Revolver e White Stripes.

História, resenha de discos, comentários de shows, músicas, vídeos, fotos, notícias atuais... O que não vai faltar é assunto por aqui.

Este é o primeiro post de muitos. Aumente o volume, aperte os cintos e começe sua viagem! Abrimos o show com "Sometimes Salvation", do Black Crowes.